Acções do Documento

Comunicação de Ciência

Em associação com o ITQB/NOVA.

 

Área científica

Comunicação de ciência

 

Palavras-chave

Comunicação de Ciência, Jornalismo de Ciência, Ciência e Sociedade, Ciência e Educação

 

Apresentação

O Mestrado em Comunicação de Ciência resulta de uma parceira entre o Instituto de Tecnologia Química e Biológica e a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.

O mestrado encara a comunicação de ciência numa perspetiva essencialmente prática, considerando três canais de comunicação principais: as instituições de investigação, as instituições educativas e os media.

Durante a parte curricular do mestrado, os alunos têm oportunidade de discutir a relação entre ciência e sociedade e a responsabilidade dos cientistas nessa relação, de conhecer a evolução do próprio conceito de comunicação de ciência, de aprender e treinar ferramentas de comunicação estratégica e de jornalismo, e de contactar com exemplos de projetos de comunicação bem sucedidos.

Além dos responsáveis pelas diferentes unidades curriculares, o Mestrado em Comunicação de Ciência conta com a participação de cientistas e comunicadores de ciência portugueses.

 

Objetivos:

1. Criar a consciência da importância da comunicação de ciência, numa sociedade cada vez mais dependente da ciência e da tecnologia;

2. Entusiasmar futuros profissionais da comunicação e educação pela comunicação da ciência nas suas várias formas;

3. Estabelecer a comunicação de ciência como parte integrante da realidade das instituições portuguesas, dotando-as de profissionais especializados nesta área.

 

Coordenação

António Granado (NOVA FCSH)

Ana Sanchez (ITQB NOVA)

 

Plano de Estudos

O Mestrado em Comunicação de Ciência é composto por dois semestres curriculares, que pretendem apresentar as diversas facetas da comunicação de ciência, e um semestre não curricular, correspondente a uma tese de dissertação, um projeto profissional ou um estágio com relatório.

Na unidade curricular Ciência e Cientistas, os alunos são convidados a refletir sobre a natureza da própria ciência. Neste seminário os alunos contactam com diferentes aspetos e fases da prática da ciência e, através de investigadores no ativo, também com áreas concretas de investigação.

Na unidade curricular Jornalismo de Ciência, os alunos contactam com os diversos géneros jornalísticos (notícia, reportagem e perfil) na área concreta do jornalismo de ciência. No final, deverão ser capazes de produzir textos com qualidade de publicação em jornais/sites noticiosos de âmbito nacional.

A unidade curricular Comunicação de Ciência e Educação apresenta princípios e técnicas de comunicação de ciência em ambiente educativo, incluindo a comunicação de ciência em ambientes educativos não formais, como museus e centros de ciência. Espera-se que os alunos elaborem um projeto de comunicação de ciência próprio.

A forma como as práticas, as normas e os valores sociais influenciam e são influenciados pela ciência são abordados na unidade curricular Ciência e Sociedade, através da análise de temas que cobrem as principais zonas de tensão entre a ciência, por um lado, e os outros saberes e poderes, por outro.

No meio do barulho ensurdecedor da informação disponível, comunicar qualquer mensagem ao público torna-se um desafio. A unidade Comunicação Estratégica de Ciência parte da realidade da comunicação noutros domínios da sociedade para construir novas formas de comunicar ciência. Através de exemplos e exercícios e da análise de acções de comunicação, os alunos desenvolvem um projeto integrado de comunicação em ciência.

Ao longo da unidade curricular Técnicas e Práticas em Comunicação de Ciência, diferentes profissionais são convidados a apresentar os seus projetos e a desenvolver workshops práticos para aprendizagem de competências específicas necessárias nos diferentes planos de comunicação de ciência.

 

Oferta Curricular

Duração: 3 semestres

Conheça o programa curricular detalhado (2017/2018).

 

Corpo Docente

Ana M. Sanchez é licenciada em Biologia Vegetal Aplicada pela Universidade de Lisboa e doutorada em Biologia pela Radboud Universiteit Nijmegen (Holanda). Entre 2005 e 2016 coordenou o gabinete de comunicação do ITQB/NOVA, promovendo diversas ações de divulgação de ciência. No ITQB/NOVA foi co-coordenadora do módulo Ciência, Cultura e Sociedade do Programa de Doutoramento do instituto. É também responsável por uma unidade curricular sobre a prática da investigação científica no Programa de Doutoramento do ISEGI/NOVA. É actualmente vogal da direcção da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

António Granado, professor auxiliar na NOVA FCSH, é jornalista de ciência há mais de 26 anos. Foi jornalista, editor de ciência, sub-director, chefe de redação do jornal Público e editor do Publico.pt. Foi, entre 2010 e 2014, editor multimédia na RTP. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade de Lisboa, tem um Mestrado em Jornalismo de Ciência pela Boston University (EUA) e um Doutoramento em Ciências da Comunicação pela University of Leeds (UK).

Carlos Catalão, professor do ensino secundário, licenciado em História pela Universidade de Lisboa e Doutorado em Educação pela Universidade de Cambridge (RU), trabalha com a Ciência Viva no desenvolvimento de programas para o ensino experimental das ciências e a comunicação científica, especialmente em articulação com escolas dos ensinos básico e secundário.

Joana Lobo Antunes é coordenadora do Gabinete de Comunicação do ITQB/NOVA desde 2016. Foi diretora do Centro Ciência Viva de Sintra, investigadora pós-doutorada em Promoção e Administração de Ciência e Tecnologia no ITQB/NOVA, dá formação em Comunicação de Ciência e Redes Sociais para Cientistas na Escola Doutoral da Universidade NOVA de Lisboa. É licenciada em Ciências Farmacêuticas e doutorada em Química Orgânica.

Luís Veríssimo tem mais de 20 anos de experiência profissional ligada à comunicação, tendo tido como clientes marcas reconhecidas no mercado. É Senior Partner do Projeto Manhattan, a primeira central de planeamento estratégico, comunicação e marketing em Portugal. Licenciado em Relações Públicas e Publicidade e mestre em Curadoria de Arte Moderna, está neste momento a frequentar o doutoramento em Ciências da Comunicação - variante de Comunicação Estratégica na NOVA FCSH. É atualmente docente no Mestrado em Marketing MBA/Mestrado Executivo da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

Maria Inês Queiroz é doutorada em História Contemporânea pela NOVA FCSH, investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea. Entre as principais áreas de investigação destacam-se a História da ciência e da tecnologia, História empresarial e das telecomunicações. Participou nos projectos de investigação sobre História e Património do Grupo Portugal Telecom, Marconi em Lisboa e História do Instituto Camões (Ciência, Cultura e Língua em Portugal no Século XX). Tem também dedicado investigação às áreas da organização da ciência e da investigação científica e das políticas científicas em Portugal ao longo do século XX.

Paulo Nuno Vicente é professor auxiliar na NOVA FCSH, onde coordena o iNOVA Media Lab, um espaço experimental dedicado à investigação, desenvolvimento e produção no campo da narrativa digital, da tecnologia e da inovação. Ao longo da última década, como jornalista e documentarista, tem realizado projetos no chamado “Sul Global”. É doutorado em Media Digitais com uma tese sobre o trabalho dos correspondentes internacionais na África Subsariana.

Formadores workshops

Ana Godinho, responsável de comunicação do CERN

David Marçal, comunicador de ciência

Maria João Leão, Maratona da Saúde

Patrícia Filipe, Oceanário de Lisboa

Sofia Rodrigues, Maratona da Saúde

 

Candidaturas | Número de vagas | Propinas

Para saber mais sobre estes tópicos consulte a página Editais de Candidatura.


Centros de Investigação

CIC. Digital - Center for Research in Communication, Information and Digital Culture

 

Contactos

Núcleo de Mestrados

E-mail: mestrados@fcsh.unl.pt

Página no Facebook

 

Ligações Úteis

 

Observações

O Mestrado em Comunicação de Ciência conta com a colaboração do Oceanário de Lisboa e da Maratona da Saúde.

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