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Conferência: "Ditadura e democracia — Transições e políticas da memória no espaço ibero-americano"

O quê
  • Científico
Quando 2017-10-28 09:00 até
2017-10-29 19:00
Onde São Luiz Teatro Municipal
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Organização: Museu do Aljube - Resistência e Liberdade e Instituto de História Contemporânea - NOVA FCSH

Oradores:

    • Jordi Guixé, Observatorio Europeo de Memorias (EUROM)
    • Gonzalo de Cesare, OSCE, Skopje
    • Alfredo Caldeira, Fundação Mário Soares
    • Enzo Traverso, Cornell University
    • Fernando Rosas, IHC - NOVA FCSH
    • Norberto Cunha, Universidade do Minho & Museu Bernardino Machado
    • Jô Gondar, Universidade Federal do Rio de Janeiro
    • Manuel Loff, Faculdade de Letras da Universidade do Porto & IHC - NOVA FCSH
    • Adriana Valderrama, Casa de la Memoria (Medellin)
    • Francisco Estévez Valencia, Museo de la Memoria y los Derechos Humanos (Santiago)
    • Nora Hochbaum, Parque de la Memoria (Buenos Aires)
    • Luís Farinha, Museu do Aljube – Resistência e Liberdade & IHC - NOVA FCSH
    • Helena Pinto Janeiro, Museu do Aljube – Resistência e Liberdade & IHC - NOVA FCSH
    • Miguel Cardina, CES – Universidade de Coimbra
    • Paula Godinho, IHC - NOVA FCSH
    • Paulo Lara, Associação Tchiweka de Documentação
    • Maria Alice Samara, IHC - NOVA FCSH

 

História e Memória são duas dimensões conexas da construção do passado – uma como ’construção científica‘ e outra como elaboração coletiva e laboriosa da representação do passado-presente, útil na condução política do tempo que corre, na edificação identitária da comunidade, na socialização dos seus valores fundamentais e na projeção imaginária do presente-futuro.

No séc. XX, e em parte do actual, a Europa e todo o espaço ibero-americano viveram uma vertiginosa ’descida aos infernos‘, marcada por guerras mundiais e por sucessivos golpes militares e revoluções de que resultaram regimes ditatoriais, transições democráticas e um sem número de situações semi-democráticas e de corrosão do Estado de Direito, que estão longe de sossegar o humanismo defensor dos direitos humanos e da paz.

Hoje sabemos que o conhecimento histórico e a rememoração da contemporaneidade e do ’tempo presente‘ são terrenos de disputa e de construção instrumental do futuro que queremos. É com a inteligência histórica – que a História perscruta e a memória coletiva sedimenta –, que somos levados a imaginar o futuro e a viver as hesitações do presente.

Conscientes desta realidade, grupos promotores da memória, cidadãos e governos têm valorizado, de formas diversas, as ’heranças difíceis‘ e traumáticas das ditaduras, tanto na Europa como em toda a América Latina, com o objetivo evidente de prevenir os erros do passado e de edificar ’escolas de cidadania‘ e de defesa dos direitos humanos.

Esta Conferência Internacional toma a realidade descrita como ponto de partida e o diálogo iberoamericano como um forte contributo para a edificação de um espaço comum de solidariedade e de preservação dos direitos humanos e da paz.

 

Entrada livre.

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