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Conferência Internacional: "O Trabalho Forçado na Europa durante a Segunda Guerra Mundial"

O quê
  • Científico
Quando 2017-11-17 17:30 até
2017-11-18 19:00
Onde Centro Cultural de Belém e Goethe-Institut
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Organização:

Fernando Rosas (IHC - NOVA FCSH)

Ansgar Schafer (IHC - NOVA FCSH)

Antonio Muñoz Sánchez (ICS - Universidade de Lisboa)

António Carvalho (Museu Nacional de Arqueologia)

Cláudia Ninhos (CHAM - NOVA FCSH)

Cristina Clímaco (Université Paris 8)

 

Oradores:

  • Ulrich Herbert (Albert-Ludwigs-Universität, Alemanha)
  • Dieter Pohl (Universität Klagenfurt, Áustria)
  • Béla Rásky (Wiener Wiesenthal Institut für Holocaust-Studien, Áustria)
  • Raphaël Spina (investigador independente)
  • Peter Gaida (Universität Bremen, Alemanha)
  • Thomas Fontaine
  • Brunello Mantelli (Università di Torino, Itália)
  • Marició Janué Miret (Universitat Pompeu Fabra, Espanha)
  • Antonio Muñoz-Sánchez (ICS - Universidade de Lisboa, Portugal)

 

Instituto de História Contemporânea (IHC) - NOVA FCSH

  • Fernando Rosas (coord.)
  • Ansgar Schaefer,
  • Antonio Muñoz-Sanchéz
  • António Carvalho
  • Cláudia Ninhos
  • Cristina Clímaco


Durante a II Guerra Mundial, a Alemanha estabeleceu um brutal sistema de trabalho forçado que ajudou a suportar a sua economia de guerra. Ao longo de quase seis anos, o regime nacional-socialista foi responsável pela deportação de milhões de civis dos países ocupados, os quais, a par dos prisioneiros de guerra e dos prisioneiros dos campos de concentração, foram utilizados como mão-de-obra escrava.

Mais de 20 milhões de pessoas foram compelidas a contribuir para o esforço de guerra nazi. Homens, mulheres e crianças trabalharam em todos os setores da economia.

O trabalho forçado foi um fenómeno omnipresente na Europa durante o conflito, mas sem a grandiosidade das batalhas, nem a dimensão e o horror da barbárie ocorrida nos campos de extermínio. Esta temática esteve ausente da memória europeia durante décadas e não mereceu especial atenção por parte dos investigadores.

Só nas últimas décadas é que os historiadores começaram a analisar este complexo fenómeno, a contabilizar, a dar nome a estas vítimas e a reconstruir as suas vidas. Talvez por isso, nada se sabia sobre as centenas de trabalhadores forçados portugueses do III Reich, atores involuntários desta página negra da História Europeia.

Nesta conferência internacional serão publicamente apresentados os resultados do projeto de investigação conduzido por um grupo de investigadores do Instituto de História Contemporânea e financiado pela fundação alemã «Memória, Responsabilidade e Futuro».

O encontro reúne os mais destacados especialistas internacionais que se debruçaram sobre a temática do trabalho forçado sob a égide do Nacional-Socialismo, focando a dimensão transnacional e comparada deste fenómeno.

 

Entrada livre.

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