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A Lisboa que teria sido

O Museu de Lisboa tem patente uma exposição comissariada por Raquel Henriques da Silva. São 200 projetos arquitetónicos elaborados para a capital e nunca concretizados.

São 500 anos de projetos urbanísticos e arquitetónicos para a cidade de Lisboa que, se não tivessem sido abandonados, teriam alterado profundamente a face da capital. É este o mote para a exposição “A Lisboa que teria sido”, em exibição até 25 de junho no Palácio Pimenta do Museu de Lisboa.

A mostra é baseada nos arquivos da Câmara Municipal de Lisboa e do Museu de Lisboa, onde existem inúmeros projetos encomendados para a cidade que nunca foram realizados, integral ou parcialmente, e que em comum partilham o desejo de monumentalizar a capital. No total, o público é convidado a conhecer cerca de 200 desenhos, maquetas, fotografias e projetos de urbanismo e de arquitetura, desde o século XVI até à contemporaneidade, com maior incidência sobre o século XX.

Além de um catálogo a publicar em breve, a programação conta também com um ciclo de conversas em torno da exposição, a primeira agendada para 1 de março.

A exposição é comissariada por Raquel Henriques da Silva, coordenadora do Departamento de História da Arte, e António Miranda, da Direção de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa.

Leia a notícia na revista Visão

2017-01-26 15:55
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