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Alunas apuradas para o ‘Angelini University Award’

Há duas alunas da NOVA FCSH na semifinal do concurso da farmacêutica Angelini. Ana Margarida Barreto, docente da Faculdade, orienta um dos grupos.

Sara Aguiar, da licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais, e Ana Carolina Moreira Francisco, do mestrado em Comunicação de Ciência, integram dois dos grupos que concorrem à fase final do Angelini University Award.

O prémio, atribuído já há oito anos pela Angelini, empresa farmacêutica, pretende “fomentar projetos multidisciplinares e com aplicabilidade prática que permitam gerar inovação e promover o empreendedorismo jovem”, lê-se no website da empresa. Este ano a temática está relacionada com a resistência das bactérias aos antibióticos. Os concorrentes são sempre “jovens universitários” que frequentam o Ensino Superior em Portugal.

Sara Aguiar, orientada pela professora Ana Margarida Barreto, do departamento de Ciências da Comunicação, formou equipa com Ana Mafalda e Ana Carolina da Silva Santos, estudantes na área da Saúde da Universidade Fernando Pessoa e Universidade de Aveiro.

O projeto com que concorrem, intitulado FAR – Fight Against Resistance, “é uma campanha de marketing com ambições internacionais e cujo objetivo, como indica o próprio nome, está relacionado com a preocupação com a resistência das bactérias aos antibióticos, procurando combatê-la por intermédio de uma comunicação forte e sensibilização para a gravidade da sua presença, causas e consequências, numa panóplia diversa de métodos e ações interativos, educativos e criativos”, descreve a aluna da NOVA.

Já Ana Carolina Francisco integra a equipa do Peptognostic, “um biossensor baseado na tecnologia de microfluídica de papel que tem como objetivo diagnosticar uma infeção bacteriana específica no estado inicial da infeção, permitindo dar tratamento rápido e adequado ou mesmo despistar a doença, evitando a prescrição de antibióticos quando os pacientes não precisam, o que é uma das grandes causas do aumento da resistência. O facto de ser em papel traz a mais valia de que o seu custo de produção não seja elevado e possa ser facilmente transportado e distribuído”.

A equipa que integra conta ainda com outros estudantes da NOVA, mas da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). A aluna, do mestrado em Comunicação de Ciência é também licenciada em Bioquímica pela FCT e refere que a união aos estudantes Beatriz Batista, Fábio Leite, Iana Lychko e Sara Carvalho acontece depois de terem sido colegas na licenciatura.

Ana Carolina explica ainda que este projeto permitiu que voltasse a trabalhar em conjunto com antigos colegas e que, para criar esta ideia, puseram em prática “as novas experiências que adquirimos no mestrado”.

Sara Aguiar e Ana Carolina Francisco

2017-10-09 12:24
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