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NOVA FCSH tem três grupos nas semifinais do ‘Angelini University Award’

O prémio, atribuído pela marca farmacêutica, soma 15 semifinalistas.

A semifinal do Angelini University Award, concurso nacional promovido pela Angelini, conta com três grupos da NOVA FCSH entre os 15 semifinalistas apurados. Ana Margarida Barreto, professora do departamento de Ciências da Comunicação, orienta todos os alunos participantes em trabalhos relacionados com saúde mental.

Este prémio, atribuído há nove anos pela empresa farmacêutica, tem como objetivo "fomentar projetos multidisciplinares e com aplicabilidade prática que permitam gerar inovação e promover o empreendedorismo jovem”, lê-se no website da empresa.

Para Ana Margarida Barreto, a participação neste concurso teve vários objectivos: "primeiro, sensibilizar as novas gerações para a necessidade de se repensar a saúde mental em Portugal; segundo contribuir para o fim do estigma associado a quem sofre este tipo de doença, facilitando a relação e aceitação daquele na sociedade". A docente e investigadora acrescenta que "o melhor contributo que a academia poderá dar será, penso, através da discussão sem tabus e da apresentação de propostas de melhoria", sublinhando que "precisamos de muitos pequenos gestos como estes".

A cerimónia de entrega de prémios irá ter um pitch onde cada um dos 15 grupos selecionados tem a oportunidade de apresentar o projeto que defende ao o quadro de júris do Concurso e outros convidados especialistas do Setor da Saúde. Nesta cerimónia, irão ser dados a conhecer os grupos finalistas e os vencedores do AUA!17/18. A gala terá lugar no Pavilhão do Conhecimento, no dia 24 de outubro às 14h30.

A Cerimónia de entrega de Prémios vai ter lugar no Pavilhão do Conhecimento, no dia 24 de outubro de 2018, quarta-feira, das 14h30 às 18h30. Devem confirmar a vossa participação no evento até dia 24 de setembro de 2018, segunda-feira.

Em que consistem os projetos da NOVA FCSH?

 

Grupo A - Mind

Daniela Maria do Carmo Gonçalves

Maria Inês Cardia Sequeira Carlos

Rui Nuno Duarte Dias

Beatriz Margarida Figueiredo Ferreira

Maria Sacramento Campos Costa Lopes

 

O Mind pretende auxiliar as novas tecnologias às campanhas de sensibilização: propomos criar várias experiências de Realidade Virtual que simulem o que é viver com uma Doença Mental Grave e disponibilizar este conteúdo para experimentação gratuita em vários locais e eventos do país.

A nossa ideia passa por criar uma campanha de comunicação em associação com uma organização/instituição já existente, com o objetivo de demonstrar de uma forma mais íntima e verosímil o que é uma Doença Mental Grave.

O projecto passa pela criação de três vídeos de 5 minutos, cada um sobre uma doença específica – nesta primeira fase, Distúrbio de Personalidade Borderline, Distúrbios Alimentares e Autismo. Falamos de um método de sensibilização inovador e impactante, através de uma experiência multi-sensorial e interactiva, motivo pelo qual consideramos que esta aposta pode ser revolucionária na luta contra o estigma.

 

 

Grupo B - Repsycle

Sara Aguiar

Cátia Mendes Coelho

Desenvolvido por uma finalista de Medicina e uma finalista de Ciência Política e Relações Internacionais, o Repsycle é o upgrade inevitável de um hospital psiquiátrico tradicional, no séc. XXI.

Não deixando de seguir as bases fundamentais de um, pretende posicionar-se como solução mais eficaz, mais inclusiva, mais educacional e premium, na recuperação e reintegração na sociedade dos doentes esquizofrénicos. Isto, através de uma smart village, com uma hiper-realidade controlada para a prestação de cuidados especiais de saúde mental, com a ajuda de novas tecnologias (como a inteligência artificial ou a realidade virtual), e com métodos de desenvolvimento pessoal inovadores.

Criar nos doentes a perceção de utilidade social e valor individual, monitorizar e agilizar o controlo da doença, e facilitar o apoio por parte da rede familiar e amigos, são os grandes objetivos do projeto

 

Grupo C - Challenge EGGcepted
Mariana Borges
Inês Rilhas
Marta Filipa Ramos

Adriana Simões
Núria Silvestre

O projeto Challenge EGGcepted tem como principal função o combate ao estigma e discriminação social e a aceitação da perturbação obsessivo compulsiva pelos doentes, familiares, amigos, vizinhos e colegas destes.

O projeto, enquanto campanha de comunicação, será lançado e promovido sob a forma de “Challenge”, um jogo online, promovido por diversos influencers e através das redes sociais, com o objetivo de levar os participantes para uma experiência que lhes permitirá vivenciar um pouco da ansiedade causada pela Perturbação Obsessivo Compulsiva. Dentro do jogo, o objetivo será completar uma receita de ovos mexidos (“EGG”) através da realização de etapas que vão aparecendo no ecrã. Para criar a sensação de ansiedade, é adicionado ao jogo um contrarrelógio de 5 minutos e os participantes têm que tentar fazer todas as etapas, antes do tempo acabar.

No final de cada jogo, encontrar-se-á no ecrã uma mensagem de agradecimento por participar no desafio e a encorajar a visita ao site da associação Domus Mater para ficar a conhecer mais sobre a Perturbação Obsessivo-compulsiva. Os participantes poderão partilhar o challenge nas suas redes sociais.

2018-09-20 17:23
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