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Ser mulher aprende-se? As respostas na literatura portuguesa

Como é representada a mulher na literatura portuguesa e qual é a diferença entre identidade imposta e identidade adotada são duas das questões em debate.

Deolinda Adão, subdiretora do Centro da União Europeia da Universidade da Califórnia e doutorada em Língua e Literatura Lusobrasileira, vem à NOVA FCSH no dia 16 de julho às 14h30 para dar uma conferência intitulada Ser Mulher Aprende-se – Representações de género na literatura portuguesa. A sessão decorrerá no Auditório 1.

A intenção desta conferência é delinear "um possível mapeamento do espaço desginado ao feminino na literatura portuguesa" em que se demonstra que "os parâmetros de feminilidade que são desenvolvidos através dos tempos nos textos literários produzidos em Portugal seguem os padrões ocidentais de feminilidade vigentes no momento em que são produzidos".

O objetivo é ainda "recolher noções de identidade feminina desenvolvida em alguns textos emblemáticos de autoria feminina" e "e tentar analisar a forma como os parâmetros de feminilidade estabelecidos nesses textos entram no imaginário literário e cultural português", explica o Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA), unidade de investigação que organiza a conferência.

Será ainda abordada, nesta conferência, a relação "entre a identidade imposta e a identidade adotada", focando "a forma como na literatura portuguesa as personagens femininas absorvem os parâmetros de identidade que lhes são impostos, os interiorizam, os utilizam nos respetivos processos de autoconstrução finalmente terminando por os propagar".

Para participar nesta conferência é necessária a inscrição, por e-mail, para icnova@fcsh.unl.pt.

2018-07-13 16:55
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