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DOCLISBOA contou com uma docente e duas alunas da Faculdade

Acordo de cooperação entre o DOCLISBOA e a FCSH/NOVA estabelece a entrega de prémio a atribuir pela Faculdade. Margarida Medeiros, docente de Ciências da Comunicação, e Verónica da Costa Rodrigues e Beatriz Vasconcelos, alunas do mesmo departamento, contam na primeira pessoa a sua experiência enquanto júris do Prémio.

Na sequência de um protoloco assinado entre a APORDOC – Associação pelo Documentário e a Faculdade, foi criado o “Prémio FCSH/NOVA para a melhor primeira obra transversal às competições e riscos", vencido na última edição pelo cineasta Maure Herce e a sua obra “Dead Slow Ahead”. Em simultâneo foi também endereçado um convite para que duas alunas de Ciências da Comunicação, Verónica Rodrigues e Beatriz Vasconcelos, pudessem viver a experiência de integrarem os membros do júri dessa distinção.

Margarida Medeiros, docente do Departamento de Ciências da Comunicação e uma das grandes impulsionadoras da iniciativa, considerou que a presença dos estudantes da Faculdade “faz todo o sentido”, uma vez que ao logo do tempo tem assistido “ao envolvimento espontâneo de um grande número de alunos com a organização e preparação deste Festival, a maior parte em regime de voluntariado”, considerou.

com a contingência das decisões humanas numa estação de tratamento de resíduos nucleares na Finlândia”, recorda, ao mesmo tempo que garante acompanhar “tão perto quanto possível, todas as edições do festival”. Para o futuro, a aluna tem esperança que “o prémio da FSCH/NOVA possa funcionar como uma espécie de contributo simbólico para a saúde de um meio, o do documentário, que não raras vezes vai sobrevivendo, quase artesanalmente, à margem dos grandes apoios”, observou.

Já para Beatriz Vasconcelos a “surpresa inesperada (…) causou um nervoso miudinho”, mas não teve dúvidas que “foi um privilégio fazer parte do Festival” na qualidade de elemento do júri. Para a aluna, mais do que “mero entretenimento” o cinema documental “tem um papel mais importante do que se julga: trazer realidades, aproximar mundos, desvendar temas e mostrar novidades”, considerou a estudante enquanto recorda “duas semanas desgastantes, mas muito proveitosas, a nível intelectual, social e pessoal”.

Quanto a um balanço mais alargado, “a experiência serviu, acima de tudo, para me lembrar do privilégio que é ser-se espetador”, considerou Verónica Rodrigues. Beatriz Vasconcelos também não teve dúvidas: “no fim ficou a sensação de dever bem cumprido”!

A 13.ª edição do DOCLISBOA integrou 236 filmes de 40 países, dos quais 43 são estreias mundiais e 46 são filmes portugueses. Decorreu de 22 de outubro a 1 de novembro de 2015 na Culturgest, São Jorge, Cinemateca Portuguesa, Cinema Ideal, entre outros espaços da capital.

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2016-01-02 11:00
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