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Fortificações medievais – história, conservação e fruição

26 e 27 junho - Reflexão e discussão promovidas pelo Instituto de Estudos Medievais e EGEAC / Castelo de São Jorge sobre o edificado no período medieval.

O colóquio “Fortificações medievais – história, conservação e fruição”, inserido na parceria entre o IEM (Instituto de Estudos Medievais) e a EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural), pretende cruzar historiadores, especialistas em conservação e restauro, gestores culturais de monumentos e decisores de modo a partilhar saberes e a criar momentos de reflexão e discussão que possam contribuir para um melhor conhecimento desse tipo de monumento numa visão integrada que permita uma fruição mais sustentada por parte da sociedade.

O encontro vai decorrer nos dias 26 e 27 de junho no Auditório 1 (Torre B, Piso 1), encontra-se estruturado em quatro painéis e uma mesa redonda.

O primeiro painel, dedicado a «O castelo, o paço real e a alcáçova de Lisboa: resultados de investigação recente» pretende dar conta das investigações arqueológicas e históricas recentes sobre a alcáçova de Lisboa e seu edificado no período medieval; o segundo painel sobre «Fortificações medievais: história e memória» alargam o tema à projeção memorialista das fortificações medievais em épocas posteriores, ao passo que o painel «Práticas de conservação do património arquitetónico» insiste na relação entre património edificado e práticas de conservação. O último painel, sobre «Fruição e estratégias de mediação» pretende discutir as formas de valorização patrimonial e turística de tais monumentos.

O colóquio terminará com uma mesa redonda em torno do estudo, preservação e fruição do património casteológico português.

O IEM e a EGEAC estabeleceram em 2014 um acordo de cooperação científica e técnica em prol da investigação, estudo e divulgação do património histórico e arqueológico do Castelo de São Jorge / Alcáçova de Lisboa que permitiu criar um programa de atividades pioneiro no contexto nacional do relacionamento entre unidades de investigação e instituições de cultura, pois pretende partir da investigação académica para conseguir obter novos conhecimentos sobre o castelo e alcáçova de Lisboa que possa depois ser disponibilizados ao grande público.

Programa e mais informações em: http://iem.fcsh.unl.pt/section.aspx?kind=noticia&id=1265

2017-06-21 15:25
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